Expectro - Adios Amigos! (Rumo ao Olimpo)

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Não me teste, aqui é o faroeste
62, APS, Centro- Oeste!
O neggo aqui cada vez mais notório
Parçaz de pé, pros inimigos velório
Eu deitado no campo, com capim na boca
Pensando na vida, como ela é loca
Sobrevivo entre o deserto e o trilho
Vivo fico, se for + rápido no gatilho…
Teus convite de drink já num rola
Se insistir saco logo minha pistola
Bebo água duz cacto
Meu shape, meu pacto
Trincado como o chão, Zeus, tô apto!
Meu caminho eu traço, sem ninguém por perto
Meu olho é árido, o coração, o deserto
E de certo foi no saloon
O início dos TNT, neggo, os boom!
Não adianta pedir, nada há q eu fique
Pode chamar o xerife, o prefeito, o cacique
Não quero mais essa vida, de bebida, tequila
Me sinto envergonhado por toda minha vila
Quem quer ficar monstro, num pode bebida
Desculpa companheiros, mudança de vida
O caminho cheio de pedras, nada me desvia da minha meta
Foda-se sua cerva, eu foco na dieta
Numa mão um peso, na outra uma 4-5
Se não tiver na mão, tará próxima ao pinto
A maromba e minha vida possui um elo
Ela q me ajuda no meu maior duelo
Meu passado é como o chão, repleto de poeira
Meu coração blindado, não aceita pistoleira
Nada me manterá aqui,seja o q for
Nem amigos, nem dançarinas, nem liquor
Sem crime, sem “bira”, agora tô limpo
Meu destino é glória, é o monte Olimpo
Escapei dos duelo, das treta, da morte
Chega disso,neggo! Siga-me os forte!
Torça por mim, q eu vou na fé
Prepare qualqué… (cavalo), vou até de pangaré
Arrume a cela, pode c o pé de pano
Me traga logo o melhor cano
Sei q sou um fora da lei q faço minha lei
Chapado de malto, chapado de Whey
Sei q pra 100pre ficarei em seu pensamento
Nada me levará, nem o tempo ou vento
Domo meu futuro q é um touro brabo
Depois as putas ficam gritando: “bravo!”
O sol quente, minha cabeça dói
Mas sigo em frente, sou um gueto cowboy
Venci minha luta, ignorei meu karma
Disciplina a bala, o foco a arma
Foda-se… quem fica, quem vai, quem comigo fecha?
Anda logo, índios tão mandando chuva de flecha!
Saio dessa terra, sem shape, sem nada…
Com estética modificada vou pra quebrada…
Que só têm safada… viciada em cavalgada
Sazputa num vale, num vale nada
Elas gritam tanto q trinca a madrugada!
Cala a boca Mirella, puta safada!
Meu Deus até no saloon tão chorando…
Sei q tão imaginando, elas me cavalgando
Enquanto um loco te motiva sendo chupado por uma diva
A locomotiva tá ativa queimando brasa viva
A escuridão lança seu véu, a Lua é um troféu
Que ilumina todas estrelas sem brilho no céu
Não me chame pra farra, o santuário é o abrigo
Vou vencer na marra, adios amigos!

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